O câncer de mama quando é descoberto precocemente tem grandes de chances de cura. Confira 12 sintomas do câncer de mama que você não deve ignorar:
- Mama mais dura que o normal;
- Presença de um sulco na mama, como se fosse um afundamento de uma parte da mama;
- Pequenas feridas na pele;
- Vermelhidão ou ardor na mama;
- Saída de um líquido desconhecido pelo mamilo;
- Espécie de "buraquinhos" na pele da mama;
- Alguma protuberância na mama;
- Veia facilmente observada e crescente;
- Afundamento do mamilo;
- Assimetria entre as duas mamas, como, por exemplo, uma maior que a outra;
- Pele da mama mais grossa que o normal, com aspecto de casca de laranja;
- Nódulo ou pequeno caroço interno, palpável e dolorido.
Se a mulher notar qualquer uma das alterações acima em sua mama, deve marcar uma consulta com um medico o mais rápido possível.Ter um ou outro destes sintomas não significa necessariamente que a mulher possua um câncer na mama, mas, se houver qualquer alteração na mama, ela deve ir ao médico para investigar o que está acontecendo. Por vezes, pode ser apenas um nódulo benigno ou uma inflamação do tecido mamário. No entanto, é importante que ela seja consultada para que receba o tratamento adequado.O câncer de mama é uma doença degenerativa que, quando não é tratada, pode levar a morte, pois existe a possibilidade de espalhar-se por outras áreas do corpo. Quando o câncer é tratado precocemente, ou seja, no início da lesão, tem grandes chances de cura.Tratamento para câncer de mama
O tratamento para o câncer de mama é feito com o uso de medicamentos e, por vezes, radioterapia e/ou cirurgia para a retirada de uma parte ou de toda a mama. Caso seja necessário retirar a mama, a mulher poderá colocar uma prótese de silicone no local, para que se sinta melhor com a sua própria imagem.
quinta-feira, 13 de junho de 2013
12 sintomas do câncer de mama
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Asma
A asma é uma doença inflamatória crônica das vias aéreas que atinge adultos e crianças. Seu nome vem do grego, que significa sufocante.
Nesta doença os brônquios tornam-se inflamados e contraídos impedindo a passagem do ar, desencadeando crises de asma e seus diversos sintomas.
Os sintomas da asma variam entre falta de ar leve até ataques de asma que oferecem risco de vida.
O tratamento da asma é muito eficiente no controle dos sintomas e na prevenção de novas crises. A principal arma no tratamento é a conscientização sobre doença por parte de pacientes e familiares.
Tudo sobre asma:
Sintomas da asma
Os sintomas da asma podem variar de pessoa a pessoa e também em cada fase da vida. Além disto, nem todas as pessoas que apresentam alguns dos sintomas têm asma.
Uma das principais características da asma são sintomas recorrentes, ou seja, os sintomas não estão presentes o tempo todo. Os sintomas de asma aparecem em diferentes circunstâncias e intensidades e em geral, estão relacionados com mudanças de temperatura, contatos com substâncias irritantes, alérgenos, poeira, ou são desencadeados por exercícios físicos ou estresse.
Os principais sinais e sintomas da asma são:
- Falta de ar;
- Tosse seca persistente - principalmente à noite;
- Sibilância (chiado no peito);
- Respiração mais rápida do que o normal;
- Cansaço físico;
- Sensação de aperto ou dor no peito.
Uma crise de asma pode ser leve e passar espontaneamente ou pode piorar progressivamente. Nas primeiras crises os sintomas podem até passar despercebidos, pois muitas vezes a pessoa apresenta apenas a tosse seca e chiado no peito, o que pode ser confundido com gripes e resfriados.
Em crises de asma mais fortes a tosse torna-se cada vez mais intensa, a sibilância mais constante e a pessoa sente muito cansaço o que acaba interferindo até em suas atividades diárias.
Em crises graves o desconforto respiratório é intenso, a respiração é difícil e ofegante com movimento das narinas, uso da musculatura do pescoço e do peito para respirar. Podem surgir suores, temperatura baixa, cansaço intenso, falta de ar, dificuldade para falar, caminhar ou alimentar-se. Especialmente em crianças, os lábios e unhas ficam roxos ou azulados.
Na infância a asma pode manifestar-se na forma de chiado, dificultando o diagnóstico devido a outras doenças com sintomas semelhantes. Um bebê com chiados no peito não necessariamente desenvolverá asma, mas, a persistência do chiado pode indicar que tem asma.
Um quadro de asma que se manifesta na infância pode persistir por toda a vida, evoluindo tanto para crises mais leves ou mais intensas.
A asma ainda pode manifestar-se apenas na vida adulta, porém, não se conhecem quais fatores determinam sua evolução.
Causas da asma e desencadeantes
A asma é causada por uma combinação de fatores genéticos e ambientais. Dentre os principais fatores ambientais estão:- Poluição do ar,
- Poeira doméstica,
- Pólen,
- Ácaros,
- Mofo,
- Ar frio,
- Emoções fortes ou estresse,
- Sulfitos (conservante adicionado em alguns alimentos),
- Certos medicamentos (beta-bloqueadores, AAS e outros antiinflamatórios),
- Reações alérgicas a comidas (amendoim, mariscos, etc.),
- Atividades físicas.
Tendo em vista estes fatores desencadeantes é compreensível que os quadros de asma sejam agravados pelo uso de carpetes, cortinas e cobertores que servem como fontes de ácaros. A fumaça do cigarro, as mudanças de temperatura, além da gripe, resfriado também podem desencadear uma crise de asma.
A asma possui uma forte ligação com a alergia. Os pulmões dos asmáticos são mais sensíveis e, por isso, produzem uma reação a qualquer substância irritante (alérgeno) presente no ambiente. Cerca de 80% a 90% das pessoas com asma também sofrem de rinite alérgica.
Os exercícios estão entre os estímulos mais comuns que desencadeiam a asma em crianças e adultos jovens. Sintomas como tosse, falta de ar e aperto no peito, levam os professores de educação física e técnicos esportivos a confundir a doença com baixa resistência física.
A razão dos exercícios desencadearem ou piorarem a asma não está bem determinado, mas parece ser uma combinação das mudanças de temperatura das vias aéreas durante o exercício com o aumento da freqüência respiratória.
A corrida está entre as modalidades que mais freqüentemente desencadeiam crises, enquanto a natação está entre as que menos induzem à asma.
No entanto é importante salientar que o tratamento adequado da asma previne o desencadeamento das crises mesmo durante a prática de atividades físicas.
Diagnóstico da asma
O diagnóstico da asma é feito pelo médico, que usa a história clínica dos sintomas e desencadeantes para iniciar uma investigação e descartar outras doenças. Após o exame físico, pode ser necessária a solicitação de exames complementares, os mais comuns são:- Espirometria: teste usado para medir a dilatação dos brônquios medindo a quantidade de ar que uma pessoa consegue exalar após uma inspiração profunda, e além de medir qual a velocidade da expiração.
- Medidor do pico do fluxo expiratório ou peak flow. Um aparelho de peak flow mede de forma simples o pico de ar expirado. Inclusive pode ser usado em casa para melhorar o acompanhamento da asma, caso o médico recomende.
- Asma Intermitente:
- Sintomas menos de uma vez por semana;
- Crises de curta duração (leves);
- Sintomas noturnos esporádicos (não mais do que duas vezes ao mês);
- Provas de função pulmonar normal no período entre as crises.
- Asma Persistente Leve:
- Presença de sintomas pelo menos uma vez por semana, porém, menos de uma vez ao dia;
- Presença de sintomas noturnos mais de duas vezes ao mês, porém, menos de uma vez por semana;
- Provas de função pulmonar normal no período entre as crises.
- Asma Persistente Moderada:
- Sintomas diários;
- As crises podem afetar as atividades diárias e o sono;
- Presença de sintomas noturnos pelo menos uma vez por semana;
- Provas de função pulmonar: pico do fluxo expiratório (PFE) ou volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF1) >60% e < 80% do esperado.
- Asma Persistente Grave:
- Sintomas diários;
- Crises freqüentes;
Sintomas noturnos freqüentes; - Provas de função pulmonar: pico do fluxo expiratório (PFE) ou volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF1) > 60% do esperado.
Tratamento da asma
As crises graves de asma podem levar à morte e pesquisas recentes demonstraram que a maioria dos casos fatais ocorreu no caminho para a emergência. Por isto, uma das principais armas do tratamento é o maior conhecimento do pacientes e familiares sobre a gravidade dos sintomas e a busca precoce do atendimento emergencial.Os objetivos do tratamento da asma são:
- Controlar sintomas;
- Permitir atividades normais – trabalho, escola e lazer;
- Evitar crises, idas à emergência e hospitalizações;
- Reduzir a necessidade do uso de broncodilatador para alívio;
- Manter a função pulmonar normal ou a melhor possível;
- Minimizar efeitos adversos da medicação;
- Prevenir a morte.
Medicamentos para asma
O tratamento farmacológico da asma pode ser dividido em duas partes:
- Medicamentos de alívio. Usados no momento da crise, incluem beta-agonistas (broncodilatores), anticolinérgicos e corticóides. Geralmente são prescritos na forma de “bombinhas” ou inaladores.
- Medicamentos de manutenção. Usados para prevenir crises e controlar os sintomas de longo prazo. Geralmente incluem corticóides inalatórios, beta-agonistas de longa duração e modificadores de leucotrienos (espécie de antiinflamatórios).
O medidor do pico do fluxo avalia o fluxo de ar no momento da expiração. O médico pode informar qual o valor do PFE esperado para cada um, tendo por base idade, sexo e altura.
O aparelho medidor do pico do fluxo expiratório (PFE ou peak flow) é tão importante quanto um termômetro ou o aparelho de medir a pressão arterial, pois assim como a temperatura e a pressão, a asma pode ser mais bem controlada quando é medida.
Quando a asma está sob controle, o fluxo de ar é normal ou muito próximo do valor esperado. Porém, mesmo antes da percepção dos sintomas de uma crise de asma, o pico do fluxo expiratório pode estar diminuído, evidenciando a obstrução das vias aéreas.
Para simplificar o uso do PFE, foi criado sistema de semáforo, que correlaciona o fluxo de ar com cores:
Zona verde (Siga)
PFE entre 80% e 100% do melhor PFE esperado. Significa que a pessoa está relativamente livre de sintomas e pode manter os medicamentos em uso.
Zona amarela (Atenção)
PFE entre 50% e 80% do PFE esperado. A asma está piorando. Pode ser necessário um aumento temporário na medicação para a asma, por isto é importante entrar em contato com o médico para ajustar seu tratamento.
Zona vermelha (Perigo)
PFE abaixo de 50% do PFE esperado. O controle da asma está falhando. Se a pessoa já foi orientada sobre o uso de broncodilatador inalatório, este é o momento para usá-lo. Se o PFE não retornar à zona amarela, é recomendado o contato com médico, ou início do tratamento previamente orientado para os momentos de exacerbação da asma. Se nenhuma destas alternativas estiver disponível, o ideal é procurar o pronto socorro.
O sistema de semáforo é apenas uma recomendação para simplificar o manejo da asma e deve ser implementado sempre com orientação médica.
Índice
Prevenção da asma e manejo de desencadeadores
As exacerbações da asma podem ser causadas por uma variedade de desencadeadores estando entre os mais comuns a poluição, os alérgenos presentes no ambiente, alimentos e medicamentos. As mudanças bruscas de temperatura, os exercícios e mesmo as emoções intensas podem desencadear os sintomas da asma.Alguns destes desencadeadores podem ser evitados com medidas simples:
- Manter o ambiente sempre limpo e ventilado;
- Evitar o acúmulo de poeira e umidade em móveis;
- Evitar o uso de tapetes, cortinas e carpetes; ou pelo menos mantê-los limpos;
- Promover a lavagem regular de cobertores, roupas de cama e almofadas.
Índice
terça-feira, 11 de junho de 2013
Microdermoabrasão (Crystal Peeling)
A microdermoabrasão é um procedimento realizado com um aparelho que produz um jato de microcristais de hidróxido de alumínio em alta pressão, bombardeando a pele ao mesmo tempo que aspira os cristais e a pele atingida por eles.
Esta "agressão" promovida pelos cristais, promove um peeling cutâneo, cuja intensidade vai variar de acordo com a quantidade de cristais, a pressão utilizada e o número de vezes que a cânula é passada na pele.
Peeling superficial a médio.
No peeling superficial, após o procedimento, a pele fica avermelhada e um pouco edemaciada (inchada). O peeling médio, que chega a atingir a segunda camada da pele, promove a formação de crostas. Após a queda das crostas, a pele pode apresentar uma vermelhidão residual por cerca de 30 dias.
São necessárias várias sessões de tratamento e os resultados são equivalentes aos dos peelings químicos superficiais e médios. O intervalo entre as aplicações variam de acordo com a profundidade atingida. Quando o procedimento é mais superficial pode ser repetido a cada 7 ou 15 dias. Os peelings médios, pelo menos a cada 30 dias.
Número de sessões necessárias varia
A quantidade de sessões necessária para se obter os melhores resultados vai variar de acordo com o que está sendo tratado e também com a intensidade do tratamento realizado. Abaixo, uma estimativa para alguns tipos de tratamento:
- rugas: 5 a 10 sessões
- estrias: 10 a 15 sessões
- cicatrizes de acne: 10 a 15 sessões
O procedimento, que é realizado no consultório, é rápido e pouco doloroso, mas recomenda-se a aplicação de um anestésico tópico para diminuir o incômodo, principalmente quando se deseja aprofundar o peeling.
Pessoas com pele de fototipo III ou superior, só devem fazer o peeling superficial, para evitar manchas residuais após o tratamento.
domingo, 9 de junho de 2013
Melanose solar ("mancha senil")
Você, com certeza, já deve ter ouvido alguém falar em "manchas senis". Elas são popularmente chamadas assim porque costumam aparecer em pessoas com idade mais avançada.
Na verdade, estas manchas não são provocadas pela idade e sim pelo dano causado pelo sol ao longo dos anos. Como o resultado da ação do sol só vai aparecer com o passar do tempo, as melanoses solares são mais comuns em pessoas de idade. Daí o nome "mancha senil".
Quer comprovar?
É fácil comprovar que a mancha senil é, na verdade, uma mancha solar. Basta olhar a pele da região das axilas ou a parte interna dos braços, que ficam protegidas do sol, e ver que, apesar de terem a "mesma idade" que a pele afetada pela melanose solar, ali não se encontram as manchas.
As melanoses solares são manchas escuras, de coloração castanho a marrom, geralmente pequeninas mas que podem chegar a alguns centímetros de tamanho. Elas surgem apenas nas áreas que ficam muito expostas ao sol, como a face, o dorso das mãos e dos braços, o colo e os ombros. São mais frequentes em pessoas de pele clara.
O dano solar acumulado ao longo dos anos induz ao aumento do número de melanócitos (célula que produz o pigmento que dá cor à pele) e da sua atividade, produzindo mais melanina e escurecendo a pele.
Prevenção e tratamento
O ideal é a prevenção do surgimento das manchas, que deve ser feita através do uso de proteção solar nas áreas continuamente expostas ao sol, onde as manchas se manifestam. Não é apenas o sol da praia ou piscina, mas também o sol do dia a dia, que paulatinamente vai danificando as células que, no futuro, vão sofrer alterações e dar origem às manchas.
O tratamento pode ser feito de várias maneiras, como a cauterização química, a criocirurgia, a dermoabrasão, os peelings químicos e o uso da luz intensa pulsada . Os resultados costumam ser bons, desde que a técnica seja empregada de forma adequada. O exagero na aplicação pode deixar manchas claras ou até mesmo cicatrizes residuais.
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Atitudes simples e facilmente adequadas ao seu dia a dia podem prevenir os desconfortos típicos da estação
O clima seco e mudanças bruscas de temperatura colaboram para que enfermidades como gripes, resfriados, amidalite e dor de ouvido se espalhem rapidamente. Porém, para algumas pessoas, além desses vilões, é preciso enfrentar outras manifestações que se agravam durante o inverno. É o caso da asma, pneumonia, bronquite, rinite e sinusite,amidalite e dor de ouvido se espalhem rapidamente. Porém, para algumas pessoas, além desses vilões, é preciso enfrentar outras manifestações que se agravam durante o inverno. É o caso da asma, pneumonia, bronquite, rinite e sinusite. A hipersensibilidade do organismo a algumas substâncias desencadeia reações alérgicas como, por exemplo, os intermináveis espirros e coceira na região nasal. A poeira, ácaros, fungos, pelos de animais, além da fumaça de cigarro são alguns dos agentes irritantes mais comuns.
A fim de evitar esses incômodos ai vai 10 dicas que podem ajudá-lo a conviver melhor com o frio e os problemas respiratórios:1 - Mantenha as roupas de cama limpas2 - Retire o pó da mobília e limpe o chão com pano úmido, evitando o levantamento de poeira;3 - Aproveite os dias de ensolarados para arejar a casa. O sol e o ar evitam que vírus e bactérias se proliferem;4 - Evite o contato com a fumaça do cigarro;5 - Use soro fisiológico nas regiões dos olhos e narinas, ele lubrifica a mucosa e evita irritação;6 - Evite aglomerações de pessoas em lugares fechados e pouco arejados;7 - Lave as mãos constantemente para evitar que vírus e bactérias se alojem nessa região;8 - Beba muito líquido, mas evite as bebidas alcoólicas. Água e sucos são importantes para controlar a circulação sanguínea, composição das células, músculos e respiração;9 - Não use carpetes e cortinas no quarto de pessoas alérgicas, pois eles favorecem o aparecimento de ácaros;10 - O meio mais efetivo para evitar as doenças do inverno são as vacinas. A antigripal confere imunidade por cerca de um ano e a vacina contra pneumonia pode proteger por cinco anos. No caso dos idosos, a vacina antigripal é recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e distribuída gratuitamente pelo governo federal.
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Óleo de peixe ajuda a prevenir diabetes tipo 2
Os suplementos de óleo de peixe podem reduzir o risco de diabetes tipo 2. Isso acontece porque o ômega-3presente nas cápsulas aumentam os níveis de um hormônio chamado adiponectina, que está ligado a sensibilidade à insulina. Altos níveis desse hormônio no sangue também têm sido associados a um menor risco de doença cardíaca.Este hormônio tem um papel benéfico em processos que afetam o metabolismo, como a regulação do açúcar no sangue.Sete hábitos que previnem o diabetesQuase 6% dos brasileiros têm diabetes, aponta o Ministério da Saúde. Os dados mostram que nem mesmo o avanço da medicina - que recentemente incluiu a cirurgia bariátrica entre as opções de tratamento - foi capaz de acompanhar os crescentes números dessa doença crônica. A solução? Apostar na prevenção. Vale lembrar que isso não é possível no caso do diabetes tipo 1, pois a não produção de insulina pelo corpo ainda tem causa desconhecida e costuma surgir na infância. Entretanto, a grande preocupação mesmo é o diabetes tipo 2, em que o organismo desenvolve resistência à insulina. Neste caso, é possível se prevenir adotando uma vida saudável.
Tenha uma alimentação equilibrada
A alimentação é um dos pilares mais importantes na prevenção do diabetes. Isso porque o excesso de peso é um fator de risco para a doença. Ingerindo mais calorias do que se gasta, a tendência é que o ponteiro da balança suba.Por isso, elabore refeições ricas em verduras, legumes e frutas e modere no consumo de carboidratos e proteínas.
terça-feira, 4 de junho de 2013
Previna nove problemas femininos com a ajuda da alimentação Dieta adequada protege contra câncer de mama, depressão e osteoporose
Que uma boa alimentação traz benefícios enormes para a saúde, ninguém discute. Além de deixar a mente mais ligada, uma dieta equilibrada está diretamente ligada à prevenção de doenças como hipertensão, diabetes e colesterol alto. "No entanto, poucas mulheres sabem que problemas típicos de seu gênero também podem ser prevenidos com ajuda da dieta. Por isso ai vai algumas complicações que são mais comuns no universo feminino e um cardápio com os alimentos campeões para combater tais malesCâncer de mama
Uma dieta balanceada pode contribuir diretamente na prevenção do câncer de mama. Isso acontece porque, na maioria das vezes, faltam nutrientes essenciais na alimentação da mulher que ajudariam na prevenção desse tipo de câncer.Mulheres que comem duas porções de vegetais por dia têm 45% menos chances de desenvolver câncer de mama. Alimentos como brócolis, mostarda, couve e hortaliças verdes desempenham um papel ainda maior na redução de chances de câncer de mama, pois são ricos em glucosinolatos, aminoácidos que tem uma função importante na prevenção e tratamento da doença. Além deles, outros alimentos como alho, nabo, alface, abóbora e espinafre possuem menores quantidades de gluconisolatos, e devem fazer parte da dieta.
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