quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Os males do mundo
A mortalidade está em queda no mundo inteiro, exceto na Europa Oriental e em algumas partes da África.
Já aconteceu no passado. Entre nossos ancestrais australopitecíneos, que surgiram na África há 4,4 milhões de anos, a vida acabava depressa: para cada 80 privilegiados que resistiam até os 15 anos, 79 morriam antes de completar 30 anos.
Já, no Homo sapiens, que viveu na Europa entre 44 mil e 10 mil anos atrás, metade dos que sobreviviam até os 15 anos chegava aos 30.
Graças ao advento das vacinas, antibióticos, saneamento básico e à qualidade da alimentação, a expectativa de vida no século 20 duplicou em diversos países.
Fatores de risco como cigarro, consumo de álcool, sedentarismo, obesidade e nutrição inadequada, por via direta ou por ação indireta através da hipertensão arterial ou do diabetes, são os responsáveis pela maioria dos males que afligem as sociedades modernas.
1) Cigarro
A prevalência vem caindo nos países de língua inglesa, no norte e centro da Europa e na América Latina, tendência acompanhada da redução de mortes por câncer e doenças cardiovasculares. O aumento contínuo da mortalidade por câncer de pulmão entre as mulheres europeias reflete o fato de que em alguns países do sul e do leste europeu mais de 40% das mulheres fumam.
No Brasil, cerca de 15% dos adultos são fumantes, número mais baixo do que nos Estados Unidos, e muito menor do que na Europa (com exceção da Suécia), no leste da Ásia e algumas partes da África. Nos países situados abaixo do deserto do Saara a popularidade do cigarro é menor.
Fumantes ativos e passivos pagam preço alto: 6,3 milhões de mortes anuais. Mais de 6% das doenças existentes no mundo atual são provocadas pelo cigarro. É a principal causa evitável de morte.
2) Consumo de álcool
Beber com moderação pode reduzir a incidência de problemas cardiovasculares e de diabetes, principalmente em pessoas com fatores de risco para essas enfermidades.
Ingerir quantidades exageradas num único dia, no entanto, além de provocar acidentes, aumenta o risco de complicações cardiovasculares e cirrose hepática.
Em países produtores de vinho, como Itália ou França, o consumo de álcool diminuiu nas últimas décadas, período em que duplicou na Dinamarca e Inglaterra e aumentou em países asiáticos como Japão, China e outros.
O abuso de bebidas destiladas é a principal causa de doenças na Europa Oriental. Na Rússia e nos países da antiga União Soviética, ele é responsável por 30% a 50% das mortes de jovens e de homens de meia idade.
3) Obesidade
Há associação clara entre obesidade e mortalidade geral. Ganhar peso aumenta o risco de diabetes, hipertensão, ataque cardíaco, derrame cerebral, câncer, insuficiência renal e artrite.
São poucos os países em que o peso médio dos habitantes não aumentou. A prevalência global da obesidade duplicou entre 1980 e 2008. Em valores absolutos, os maiores aumentos ocorreram nos Estados Unidos, seguidos pela China, Brasil e México. A prevalência varia de 2% em Bangladesh a mais de 60% em algumas ilhas do Pacífico.
O excesso de peso é responsável por cerca de 3,4 milhões de mortes anuais. A ele estão associadas patologias com baixas taxas de mortalidade, mas causadoras de períodos longos de incapacitação.
4) Nutrição e dieta
Estudos observacionais demonstram benefícios em reduzir a quantidade de sal e substituir as gorduras saturadas pelas poli-insaturadas. Dietas pobres em frutas, vegetais, grãos integrais, nozes, amêndoas e sementes acompanhadas de excesso de sal contribuem com 1,5% a 4% do total de doentes do mundo.
5) Atividade física
Já na década de 1950, os estudos mostravam os benefícios da atividade física. A energia gasta em movimento diminui drasticamente à medida que os países se urbanizam e se desenvolvem, fator que contribui decisivamente para o aumento das doenças degenerativas.
Está em curso um período de transição epidemiológica. O mundo sai da fase das mortes precoces por doenças infectocontagiosas, para entrar em outra, caracterizada por maior longevidade, inversão da pirâmide populacional e alta incidência de doenças degenerativas.
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
A Agonia do Colesterol
A partir dos anos 1980, o aparecimento das estatinas (drogas que reduzem os níveis de colesterol), A classe médica foi tomada por um furor anticolesterol que contagiou a população. Hoje, todos se preocupam com os alimentos gordurosos e tratam com intimidade o “bom” (HDL) e o “mau” colesterol (LDL).
As diretrizes americanas publicadas em 2001 recomendavam manter o LDL abaixo de 100, a qualquer preço. Ainda que fosse preciso quadruplicar a dose de estatina ou combiná-la com outras drogas, sem nenhuma evidência científica que justificasse tal conduta.
Cardiologistas radicais foram mais longe: o LDL deveria ser mantido abaixo de 70, alvo inacessível a mortais como você e eu. Seríamos tantos os candidatos ao tratamento, que sairia mais barato acrescentar estatina ao suprimento de água domiciliar, conforme sugeriu um eminente professor americano.
Pois bem. Depois de cinco anos de análises dos estudos mais recentes, a American Heart Association e o American College of Cardiology, entidades sem fins lucrativos, mas que recebem auxílios generosos da indústria farmacêutica, atualizaram as diretrizes de 2001.
Pasme, leitor de inteligência mediana como eu. Segundo elas, os níveis de colesterol não interessam mais.
Portanto, se seu LDL é alto não fique aflito para reduzi-lo: o risco de sofrer ataque cardíaco ou derrame cerebral não será modificado. Em português mais claro, esqueça tudo o que foi dito nos últimos 30 anos.
A indústria não sofrerá prejuízos, no entanto, as estatinas devem até ampliar sua participação no mercado. Agora serão prescritas para a multidão daqueles com mais de 7,5% de risco de sofrer ataque cardíaco ou derrame cerebral nos 10 anos seguintes, risco esse calculado a partir de uma fórmula nova que já recebe críticas dos especialistas.
Se reduzir os níveis de colesterol não confere proteção, por que insistir nas estatinas? Porque elas têm ações anti-inflamatórias e estabilizadoras das placas de aterosclerose, que podem dificultar o desprendimento de coágulos capazes de obstruir artérias menores.
O argumento é consistente, mas qual o custo/benefício?
Recém-publicado no British Medical Journal, um artigo baseado nos mesmos estudos avaliados pelas diretrizes, mostrou que naqueles com menos de 20% de risco em 10 anos, as estatinas não reduzem o número de mortes nem de eventos mais graves. Nesse grupo, seria necessário tratar 140 pessoas para evitar um caso de infarto do miocárdio ou de derrame cerebral não fatais.
Ou seja, 139 tomarão inutilmente medicamentos caros que em até 20% dos casos podem provocar dores musculares, problemas gastrointestinais, distúrbios de sono e de memória e disfunção erétil.
A indicação de estatina no diabetes e para quem já sofreu ataque cardíaco, por enquanto resiste às críticas.
Se você, leitor com boa saúde, toma remédio para o colesterol, converse com seu médico, mas esteja certo de que ele conhece a literatura e leu com espírito crítico as 32 páginas das novas diretrizes citadas nesta coluna.
Preste atenção: mais de 80% dos ataques cardíacos ocorrem por conta do cigarro, vida sedentária, obesidade, pressão alta e diabetes. Imaginar ser possível evitá-los sentado na poltrona, à custa de uma pílula para abaixar o colesterol, é pensamento mágico
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
Brasil ocupa 2ª posição em número de cirurgias plásticas estéticas no mundo
Lipoaspiração é a cirurgia mais realizada no país, com um aumento de 129% de procedimentos nos últimos quatro anos
A lipoaspiração ajudou o Brasil a ocupar o segundo lugar no ranking mundial de cirurgias plásticas estéticas em 2011.
O Brasil, com 905.124 procedimentos, ficou atrás apenas dos Estados Unidos, que realizou 1.094.146 no mesmo ano. A pesquisa também mostra que o Brasil quase dobrou o número de cirurgias estéticas realizados nos últimos quatro anos, com 97,2% de crescimento.
| NÚMERO DE PROCEDIMENTOS REALIZADOS EM 2011 | ||
| Estados Unidos |
1.094.146
| |
| Brasil |
905.124
| |
| China |
415.140
| |
| Japão |
372.773
| |
| Itália |
316.470
| |
| México |
299.835
| |
| Coreia do Sul |
258.350
| |
| India |
207.049
| |
| França |
191.439
| |
| Alemanha |
187.193
| |
Nos últimos quatro anos, foram realizadas 211.108 lipoaspirações, um crescimento de 129%. Foi o tipo de cirurgia plástica estética mais realizada no Brasil. Crescimento semelhante teve a blefaroplastia, que é a cirurgia para a remoção da pele enrugada e caída das pálpebras do olho — com um aumento de 120%, ficou com a quarta colocação do ranking brasileiro. A segunda cirurgia estética mais realizada foi o aumento de mamas (148.962) e a terceira foi a abdominoplastia (95.004). Apesar de não ter entrado no ranking das mais realizadas, a cirurgia de colocação de prótese nos glúteos, a gluteoplastia, passou de 5.591 procedimentos para 21.452 nos últimos quatro anos, um aumento de 367%.
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quarta-feira, 27 de novembro de 2013
ABDOMINOPLASTIA : UMA BOA OPÇÃO
A ABDOMINOPLASTIA SERÁ UMA BOA OPÇÃO PARA VOCÊ SE
• Se Você for saudável sem patologia que possa prejudicar a cicatrização ou aumentar o risco da cirurgia,
• Se Você não fuma,
• Se Você tem perspectiva positiva e expectativas realistas sobre a cirurgia.
Embora os resultados de um procedimento de abdominoplastia sejam tecnicamente permanentes, o resultado positivo pode diminuir muito devido a oscilações significativas no peso. Por esta razão, pessoas que estão planejando perder peso substancial ou mulheres que consideram futuras gestações são aconselhadas a postergar a cirurgia de abdominoplastia.
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Blefaroplastia
O QUE É A CIRURGIA DAS PÁLPEBRAS?
Também conhecida como blefaroplastia, a cirurgia de pálpebra melhora a aparência das pálpebras superiores, das pálpebras inferiores, ou de ambas. A cirurgia proporciona aparência rejuvenescida na área ao redor dos olhos, fazendo com que o olhar pareça mais descansado e alerta.
CONDIÇÕES TRATÁVEIS
• A cirurgia da pálpebra superior remove o excesso de depósito de gordura que aparece como inchaço nas pálpebras superiores,
• Pele frouxa ou flacidez que cria dobras ou incomoda o contorno natural da pálpebra superior, às vezes, prejudicando a visão, e pode ser tratada com cirurgia de pálpebra superior,
• A blefaroplastia da pálpebra inferior remove o excesso de pele e rugas finas na pálpebra inferior,
• Bolsas sob os olhos podem ser corrigidas por blefaroplastia,
• A cirurgia de pálpebra inferior pode corrigir queda das pálpebras inferiores.
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Melhore a aparência com os implantes faciais
A aparência do seu rosto é determinada por três componentes básicos: pele, tecidos moles e ossos. Se a estrutura do seu rosto é desproporcional – o queixo/mento é rebaixado, a mandíbula indefinida ou as bochechas são planas – estas características podem afetar significativamente a sua autoimagem. Características faciais definidas, contornos visíveis e ângulos naturais que sejam proporcionais criam um equilíbrio estrutural em seu rosto e uma aparência mais atraente. Se você se sente incomodado por ter um queixo pequeno, mandíbula pouco marcada ou falta do contorno facial, a cirurgia plástica com implantes faciais pode beneficiá-lo. Embora qualquer área do seu rosto possa ser aumentada com implantes, as maçãs do rosto, o queixo e a mandíbula são os locais mais comuns para receber implantes faciais. Os implantes faciais trazem equilíbrio e melhor proporção para a aparência estrutural do rosto. Eles definem o rosto, aumentam a projeção e criam características mais distintas.
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